Cultura na Calçada

Este site é resultado das escutas territoriais realizadas com agentes culturais dos bairros em 2025. Aqui você entende o que é o Cultura na Calçada e como esse processo de participação foi construído.

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O que é o Cultura na Calçada

O Cultura na Calçada é um programa da Secretaria da Cultura de Fortaleza (Secultfor). Em 2025, ele deu nome às escutas territoriais, encontros para ouvir quem faz cultura nos bairros da cidade.

A ideia é simples: levar o diálogo sobre cultura para perto de quem faz cultura no dia a dia, nos bairros de Fortaleza. Em vez de decidir tudo de cima para baixo, a Secretaria foi até as regionais para ouvir os agentes culturais.

Este site é um dos primeiros resultados desse trabalho. Ele reúne, de forma fácil, o que você precisa saber sobre as escutas e a cultura na cidade.

Por que isso importa

As escutas foram feitas para você, agente cultural do território. O que foi dito nelas orienta os próximos passos da cultura em Fortaleza.

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As escutas territoriais

As escutas territoriais foram encontros para ouvir os agentes culturais de cada território: o que fazem, o que precisam e o que esperam da cultura na cidade.

Elas servem para três coisas:

Por que isso importa

Ouvir quem está no território é a forma mais direta de fazer os recursos e as oportunidades chegarem onde a cultura realmente acontece.

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Como aconteceram

Entre junho e julho de 2025, foram realizadas 12 plenárias, uma em cada regional de Fortaleza. Em cada encontro, os agentes culturais se apresentaram, trocaram experiências, dialogaram sobre seus territórios e construíram propostas em grupo.

O que rolava em cada encontro
Quando, onde e quantos participaram

Cada território teve o seu encontro, em um espaço público perto dos agentes. Confira a data, o local e quantas pessoas participaram:

09/06

Regional 5 · Bom Jardim

Sede da Regional · 41 pessoas

10/06

Regional 3 · Parquelândia

Sede da Regional · 57 pessoas

11/06

Regional 4 · Parangaba

Sesi Parangaba · 31 pessoas

16/06

Regional 10 · Maraponga

Maraponga Mart Moda · 24 pessoas

17/06

Regional 11 · João XXIII

Complexo Mais Infância · 17 pessoas

18/06

Regional 8 · Parque Dois Irmãos

Sede da Regional · 44 pessoas

24/06

Regional 9 · Jangurussu

Cuca Jangurussu · 17 pessoas

30/06

Regional 12 · Centro

Vila das Artes · 16 pessoas

01/07

Regional 2 · Mucuripe

Escola José Ramos Torres de Melo · 43 pessoas

02/07

Regional 6 · Messejana

Sede da Regional · 22 pessoas

03/07

Regional 1 · Vila Velha

EEFM Maria Menezes de Serpa · 63 pessoas

07/07

Regional 7 · Edson Queiroz

Escola Francisco Mattos Dourado · 22 pessoas

A Regional 1 (Vila Velha) foi a que mais reuniu gente: 63 pessoas. Somando todas, foram os 403 agentes ouvidos.

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Quem participou

As escutas territoriais reuniram 403 agentes culturais, um retrato diverso de quem faz cultura em Fortaleza. Veja quem são:
Agentes ouvidos
0
territórios
0
Idade média
0
Junho e julho
0
3 em cada 4 são pessoas negras
53% se declararam pardas e 22% pretas. A cultura dos territórios é, na maioria, negra.
Todas as gerações, lado a lado
Até 24 · 8% 25 a 34 · 24% 35 a 44 · 24% 45 a 54 · 21% 55 ou mais · 22%
De jovens a mestres e mestras com mais de 80 anos. O saber passa de geração em geração, e a idade média é 42 anos.
Mulheres, homens e muito mais
Homens · 53% Mulheres · 42% Trans e não binárias · 5%
Além de homens e mulheres, pessoas trans e não binárias também participaram das escutas.
1 em cada 12 tem alguma deficiência
33 agentes (8%) declararam alguma deficiência: visual, física, psicossocial, auditiva ou intelectual. Um lembrete de que a cultura precisa ser acessível para todos.
Muitas linguagens, uma cultura só

As linguagens mais citadas

Música42%
Dança36%
Culturas populares e tradicionais32%
Teatro24%
Artes visuais e artesanato20%
Cultura afro-brasileira20%
Cada pessoa podia marcar mais de uma linguagem, por isso a soma passa de 100%. Também apareceram capoeira, hip hop, audiovisual, patrimônio e muitas outras.

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O que ouvimos

Nas escutas foram levantados cerca de 118 problemas e demandas dos territórios. Eles foram organizados em 4 grandes temas:

Os 118 problemas, por tema

Efetividade das ações da Secretaria38%
Apoio e infraestrutura nos territórios33%
Participação e governança16%
Formação e inclusão13%

Quase 7 em cada 10 problemas se concentram em dois temas: fazer as ações funcionarem e dar apoio e estrutura aos territórios.

Ações que funcionam

Que as ações da Secretaria cheguem de verdade, com continuidade e sem burocracia demais.

Apoio e estrutura

Mais recursos, espaços e equipamentos para a cultura acontecer nos bairros.

Voz e participação

Espaços para os territórios opinarem e acompanharem as decisões.

Formações

Cursos e apoio para escrever projetos e disputar editais em pé de igualdade.

Em palavras simples, foi isto que os territórios mais pediram:

O que os agentes mais esperam

Acima de tudo, os agentes pedem acesso e oportunidades para os territórios, além de valorização, diálogo e mais cultura perto dos bairros.

Os resultados completos e a prestação de contas das escutas virão em breve, aqui nesta página.

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E agora

Este site é o primeiro passo. Em breve, você vai encontrar aqui os resultados completos e a prestação de contas das escutas. Enquanto isso, o mais importante é você ficar por dentro e pronto para as oportunidades.

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